ANNE SULLIVAN E HELEN KELLER

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ANNE SULLIVAN E HELEN KELLER

A luta pela inclusão social

19 de julho de 2014


Sediada há 28 anos na Europa e com mais de 10 prêmios internacionais na bagagem, a Companhia

Internacional de Teatro Arte Livre, composta por Roberto Cordovani (Prêmio de melhor ator de Londres, Madri, Santiago de Compostela e de melhor ator protagonista do Feseste 2013), Bruno Portela (Prêmio de melhor ator secundário do Feseste 2013), Nina Mancin (Prêmio de melhor atriz do Festival de Monólogos 2000), Gabriela Teles (Prêmio de melhor atriz do Festival Águas de Março 2013) e Eduardo Fonseca, chega a Natal pela primeira vez para apresentar o espetáculo teatral Anne Sullivan e Helen Keller - A luta pela inclusão social, que tem emocionado o público e a crítica, desde a sua estreia nacional em São Paulo.

 

 Com adaptação teatral e transposição cênica de Roberto Cordovani e inspirado em apontamentos dos cadernos de Anne Sullivan, nas entrevistas com Polly Thompson, Alexander Graham Bell, nas conversas com as professoras e amigas, Neusa Bassetto, Nice Saraiva e Dr. Geraldo Sandoval de Andrade e nos relatos de Helen Keller supervisionados pelo jornalista John Macy (marido de Anne Sullivan), o espetáculo é recomendado para estudantes em geral e educadores frente aos grandes problemas educacionais e sociais que envolvem as comunidades surda e cega, bem como a luta pela garantia de seus direitos.

 

A HISTÓRIA

 

Baseada numa história real, o espetáculo se passa no sul dos Estados Unidos, no estado do Alabama, e conta a vida da célebre norte americana Helen Keller, surdacega e, que de certa maneira, vive em um mundo de trevas sendo incompreendida e tratada como deficiente e doente pela família. Com a chegada da professora Anne Sullivan, sua vida muda completamente e as transformações significativas pelas quais passa, acabam afetando também a sua família. Anne dedica toda a sua energia para criar mecanismos e conseguir se comunicar com Helen, ensinando-lhe boas maneiras e, sobretudo, possibilitando a comunicação entre as duas, permeada pela certeza do desenvolvimento da menina. O espetáculo ressalta a revolta que pode emergir de alguém que não compreende o mundo a sua volta e, além disso, enfrenta imensas dificuldades para se expressar, se comunicar, entender e ser entendido.

 

CENÁRIO VIRTUAL

 

O espetáculo Anne Sullivan e Helen Keller apresenta em sua composição cênica e efeitos sonoros, cenários virtuais dinâmicos e momentos reais de acessibilidade, que leva o público a experimentar as mesmas sensações de Helen Keller: a impossibilidade de ver e ouvir.  

 

Acessibilidade: Interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) ao vivo e programas de mão (versão tinta e braille).

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